Dra. Ana Cristina Reumato

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Dra Ana Cristina Reis Lima
Reumatologista Titulada pela Sociedade Brasileira de Reumatologia/ RQE: 14814/ CRM: 2978MG/ Residência: PUC- Campinas/ Telefone: (035) 3821-1213

A menopausa é uma fase natural da vida da mulher marcada por diversas mudanças hormonais, e uma das mais importantes é a...
03/26/2026

A menopausa é uma fase natural da vida da mulher marcada por diversas mudanças hormonais, e uma das mais importantes é a queda nos níveis de estrogênio. Esse hormônio desempenha um papel fundamental na proteção dos ossos, ajudando a manter o equilíbrio entre a formação e a perda de massa óssea.

Com a diminuição do estrogênio, esse equilíbrio se altera e o processo de perda óssea pode se tornar mais acelerado. Como consequência, os ossos f**am mais frágeis e aumenta o risco de desenvolver osteoporose, uma condição caracterizada pela redução da densidade e da resistência óssea.

Esse processo geralmente acontece de forma silenciosa, sem causar sintomas nas fases iniciais. Muitas vezes, a osteoporose só é descoberta após a ocorrência de uma fratura, o que torna a prevenção e o acompanhamento médico ainda mais importantes durante e após a menopausa.

Alguns fatores podem aumentar ainda mais o risco de perda óssea nessa fase, como histórico familiar de osteoporose, baixa ingestão de cálcio e vitamina D, sedentarismo, tabagismo, consumo excessivo de álcool e baixo peso corporal.

Por isso, o cuidado com a saúde óssea deve fazer parte da rotina de acompanhamento da mulher nessa etapa da vida. A prática regular de exercícios físicos, especialmente os que envolvem fortalecimento muscular e impacto moderado, uma alimentação equilibrada rica em cálcio e vitamina D e a exposição solar adequada, são medidas importantes para ajudar a preservar a saúde dos ossos.

A densitometria óssea é um exame que pode ser solicitado pelo médico para avaliar a densidade mineral dos ossos e identif**ar precocemente a perda de massa óssea, permitindo acompanhar a saúde óssea e orientar as melhores estratégias de prevenção e tratamento.

Cuidar da saúde dos ossos durante a menopausa é fundamental para manter a mobilidade, a autonomia e a qualidade de vida ao longo dos anos.

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Se os primeiros passos do dia são acompanhados de dor intensa na sola do pé, especialmente na região do calcanhar, é imp...
03/24/2026

Se os primeiros passos do dia são acompanhados de dor intensa na sola do pé, especialmente na região do calcanhar, é importante f**ar atento: esse pode ser um sinal de fascite plantar.

A fascite plantar é uma inflamação da fáscia plantar, uma faixa de tecido fibroso que se estende do calcanhar até os dedos do pé e tem a função de dar suporte ao arco do pé e ajudar na absorção do impacto durante a caminhada. Quando essa estrutura sofre sobrecarga ou microlesões repetidas, pode ocorrer inflamação e dor.

Um dos sintomas mais característicos é justamente a dor ao dar os primeiros passos após acordar ou depois de longos períodos em repouso. Com o movimento ao longo do dia, a dor pode diminuir, mas tende a reaparecer após atividades prolongadas, como caminhar ou f**ar muito tempo em pé.

Alguns fatores podem aumentar o risco de desenvolver fascite plantar, como excesso de peso, uso de calçados inadequados, atividades de impacto, alterações na pisada, encurtamento da musculatura da panturrilha e longos períodos em pé durante o dia.

O diagnóstico geralmente é feito a partir da avaliação clínica, e em alguns casos podem ser solicitados exames de imagem para auxiliar na investigação.

O tratamento pode incluir repouso relativo, alongamentos específicos para a musculatura da panturrilha e da planta do pé, fisioterapia, uso de palmilhas ou calçados adequados e, em algumas situações, medicamentos para controle da dor e da inflamação.

Apesar de ser um problema comum, quando tratado precocemente é possível evitar que a dor se torne crônica e passe a interferir nas atividades do dia a dia.

Se você tem sentido dor persistente no calcanhar, procure avaliação médica para identif**ar a causa e iniciar o tratamento adequado.

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As doenças reumatológicas podem afetar articulações, músculos, ossos e até alguns órgãos do corpo. Muitas vezes, os sint...
03/20/2026

As doenças reumatológicas podem afetar articulações, músculos, ossos e até alguns órgãos do corpo. Muitas vezes, os sintomas começam de forma discreta e podem ser confundidos com cansaço, esforço físico ou até com o próprio envelhecimento. Por isso, reconhecer os sinais precoces é fundamental para buscar avaliação médica e iniciar o tratamento adequado.

Entre os sintomas mais comuns estão:

🔹 Dor nas articulações
É um dos sinais mais frequentes. Pode atingir uma ou várias articulações, variar de intensidade e, em alguns casos, persistir por longos períodos.

🔹 Rigidez nas articulações, principalmente ao acordar
A dificuldade para movimentar as articulações após períodos de repouso, especialmente pela manhã, é bastante característica de algumas doenças reumatológicas inflamatórias.

🔹 Inchaço, calor ou vermelhidão nas articulações
Esses sinais indicam inflamação e podem estar presentes em condições como artrite reumatoide e outras doenças inflamatórias.

🔹 Fadiga excessiva
Uma sensação constante de cansaço e falta de energia, que não melhora mesmo após descanso, também pode estar associada a doenças reumatológicas.

🔹 Dor ou sensibilidade muscular
Algumas condições, como a fibromialgia e as miopatias inflamatórias, podem provocar dor muscular generalizada ou em regiões específ**as do corpo.

🔹 Limitação de movimento
Com o tempo, a dor e a inflamação podem dificultar movimentos simples, como abrir potes, subir escadas ou levantar-se de uma cadeira.

🔹 Sintomas gerais no organismo
Algumas doenças reumatológicas podem apresentar manifestações sistêmicas, como febre baixa persistente, perda de peso, alterações na pele, anemia ou comprometimento de outros órgãos.

É importante lembrar que cada doença reumatológica possui características próprias, e os sintomas podem variar de pessoa para pessoa.

Se você apresenta dores persistentes, rigidez, inchaço nas articulações ou qualquer outro sintoma que interfira nas atividades do dia a dia, é importante procurar avaliação com um reumatologista. O diagnóstico precoce faz toda a diferença no controle da doença e na qualidade de vida.

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Cuidar da saúde antes que os problemas apareçam é uma das formas mais ef**azes de garantir qualidade de vida ao longo do...
03/18/2026

Cuidar da saúde antes que os problemas apareçam é uma das formas mais ef**azes de garantir qualidade de vida ao longo dos anos. A prevenção permite identif**ar fatores de risco precocemente, evitar o agravamento de doenças e preservar o bom funcionamento do organismo.

Quando falamos de saúde reumatológica, essa atenção é ainda mais importante. Muitas doenças reumáticas e autoimunes podem se desenvolver de forma silenciosa no início, e hábitos de vida saudáveis ajudam tanto na prevenção quanto no controle de sintomas.

Algumas atitudes simples no dia a dia fazem grande diferença:
🔹 Praticar atividade física regularmente – exercícios ajudam a fortalecer músculos e articulações, melhoram a mobilidade e reduzem processos inflamatórios.

🔹 Manter uma alimentação equilibrada – priorizar alimentos naturais, ricos em nutrientes e com propriedades anti-inflamatórias contribui para o bom funcionamento do organismo.

🔹 Controlar o estresse – o estresse excessivo pode influenciar processos inflamatórios e piorar quadros de dor.

🔹 Dormir bem – o sono adequado é essencial para a recuperação do corpo e para o equilíbrio do sistema imunológico.

🔹 Evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool – esses hábitos estão associados ao agravamento de diversas doenças inflamatórias.

🔹 Manter acompanhamento médico regular – consultas e exames periódicos ajudam a identif**ar alterações precocemente.

Além disso, é importante estar atento aos sinais do corpo. Dores persistentes, rigidez nas articulações, fadiga excessiva ou inchaços recorrentes não devem ser ignorados.

Prevenir é sempre mais simples do que tratar. Pequenas atitudes de cuidado no presente fazem grande diferença para manter a saúde das articulações, dos músculos e do organismo como um todo ao longo da vida.

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A vasculite é o nome dado a um grupo de doenças caracterizadas pela inflamação dos vasos sanguíneos, que podem ser artér...
03/16/2026

A vasculite é o nome dado a um grupo de doenças caracterizadas pela inflamação dos vasos sanguíneos, que podem ser artérias, veias ou pequenos capilares. Esses vasos são responsáveis por transportar sangue, oxigênio e nutrientes para todos os tecidos do corpo. Quando ocorre a inflamação, esse fluxo pode ser comprometido, prejudicando o funcionamento dos órgãos irrigados por esses vasos.

Dependendo do tipo de vasculite e dos vasos afetados, diferentes partes do corpo podem ser atingidas, como pele, rins, pulmões, articulações, sistema nervoso e até o coração. Quando o fluxo sanguíneo f**a reduzido ou interrompido, os tecidos podem sofrer danos por falta de oxigenação adequada.

As vasculites podem ser classif**adas de duas formas principais.

Existem as chamadas vasculites primárias, quando a inflamação surge como a própria doença, sem uma causa específ**a identif**ada.

Já as vasculites secundárias ocorrem como consequência de outros problemas de saúde, como infecções (por exemplo, hepatites virais), doenças autoimunes (como lúpus ou artrite reumatoide) ou até como reação a alguns medicamentos.

Os sintomas podem variar bastante de pessoa para pessoa, justamente porque dependem dos vasos e dos órgãos envolvidos. Entre os sinais possíveis estão manchas ou lesões na pele, dor nas articulações, febre, cansaço, perda de peso, dormência ou fraqueza em determinadas regiões do corpo. Em alguns casos, também podem surgir alterações nos rins, pulmões ou no sistema nervoso.

Por isso, o diagnóstico costuma exigir avaliação médica cuidadosa e, muitas vezes, exames específicos para identif**ar a causa da inflamação e os órgãos envolvidos.

Diante de sintomas persistentes ou suspeita de vasculite, é fundamental procurar avaliação com um médico reumatologista. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são essenciais para controlar a inflamação e evitar complicações.

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Sim, o estresse pode influenciar (e muito) a forma como o corpo percebe e responde à dor.O estresse é uma reação natural...
03/12/2026

Sim, o estresse pode influenciar (e muito) a forma como o corpo percebe e responde à dor.

O estresse é uma reação natural do organismo diante de situações de ameaça, pressão ou preocupação. Nesses momentos, o corpo libera hormônios como cortisol e adrenalina, que ajudam a preparar o organismo para reagir rapidamente. Esse mecanismo é importante em situações pontuais, mas quando o estresse se torna constante, ele pode trazer diversos impactos negativos para a saúde.

A exposição prolongada ao estresse mantém o corpo em estado de alerta, o que pode aumentar processos inflamatórios, prejudicar o sono, alterar o funcionamento do sistema imunológico e intensif**ar a percepção da dor.

Em pessoas que convivem com doenças reumatológicas ou síndromes dolorosas crônicas, como a fibromialgia, esse efeito pode ser ainda mais evidente. O excesso de estímulos relacionados ao estresse pode fazer com que o corpo permaneça tensionado e sensível, favorecendo o aumento das dores musculares, da fadiga e da dificuldade para relaxar, inclusive durante o sono.

Além disso, o estresse prolongado também pode enfraquecer as defesas do organismo, tornando a pessoa mais suscetível a infecções e podendo contribuir para o surgimento ou agravamento de algumas doenças crônicas.

Por isso, cuidar da saúde emocional também faz parte do cuidado com a saúde física. Estratégias como atividade física regular, técnicas de relaxamento, momentos de lazer, boa qualidade de sono e acompanhamento profissional, quando necessário, podem ajudar a reduzir os impactos do estresse no corpo.

Se você percebe que suas dores pioram em períodos de maior tensão ou sobrecarga emocional, é importante conversar com seu médico. Identif**ar esses fatores e tratá-los de forma adequada pode fazer grande diferença na qualidade de vida.

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A sarcopenia é a perda progressiva de massa muscular, força e desempenho físico. Esse processo está diretamente relacion...
03/10/2026

A sarcopenia é a perda progressiva de massa muscular, força e desempenho físico. Esse processo está diretamente relacionado ao envelhecimento e pode impactar signif**ativamente a autonomia e a qualidade de vida, especialmente na terceira idade.

A perda de massa muscular começa de forma gradual a partir dos 30 anos, mas tende a se tornar mais acelerada após os 40. Estima-se que, a partir dessa fase, ocorra uma redução média de cerca de 1% da massa muscular por ano. Por volta dos 60 anos, essa perda pode se tornar mais evidente e trazer consequências mais perceptíveis no dia a dia.

Entre os sinais mais comuns estão diminuição da força, dificuldade para caminhar, subir escadas ou levantar-se de uma cadeira, além de perda de equilíbrio e maior risco de quedas.

Desde 2019, a sarcopenia passou a ser reconhecida pela Organização Mundial da Saúde como uma doença. Estudos indicam que ela pode afetar entre 8% e 13% das pessoas acima dos 60 anos, podendo chegar a números ainda maiores em idosos mais frágeis.

Diversos fatores podem contribuir para o desenvolvimento da sarcopenia, como o sedentarismo, alimentação inadequada, alterações hormonais, doenças crônicas e o próprio processo natural de envelhecimento.
Mas você sabia que a sarcopenia pode ser prevenida, e até retardada, com alguns cuidados importantes? Confira aqui alguns deles:
🔹 Praticar exercícios físicos regularmente, especialmente atividades de fortalecimento muscular.
🔹 Manter uma alimentação equilibrada, com ingestão adequada de proteínas.
🔹 Evitar o tabagismo.
🔹 Manter uma boa hidratação ao longo do dia.
🔹 Reduzir o consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Cuidar da saúde muscular é essencial para envelhecer com mais autonomia, mobilidade e qualidade de vida.

Se houver perda de força, dificuldade para realizar atividades do dia a dia ou suspeita de sarcopenia, é importante procurar avaliação médica para diagnóstico e orientação adequada.

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Hoje é um dia para reconhecer a força, a dedicação e a presença de tantas mulheres que fazem a diferença todos os dias.C...
03/08/2026

Hoje é um dia para reconhecer a força, a dedicação e a presença de tantas mulheres que fazem a diferença todos os dias.

Como mulher, sei que cada uma de nós carrega múltiplos papéis, desafios e conquistas ao longo da vida.

Que nunca nos falte respeito, cuidado com a nossa saúde e espaço para continuarmos avançando.

Feliz Dia Internacional da Mulher! 🩵

Amigas de tantos anos, sempre guardadas no meu coração ❤️
03/07/2026

Amigas de tantos anos, sempre guardadas no meu coração ❤️

Amigas de tantos anos, sempre guardadas no meu coração❤️
03/07/2026

Amigas de tantos anos, sempre guardadas no meu coração❤️

Muita gente não imagina, mas existe uma relação importante entre o funcionamento da tireoide e algumas doenças reumática...
02/26/2026

Muita gente não imagina, mas existe uma relação importante entre o funcionamento da tireoide e algumas doenças reumáticas autoimunes. Pacientes com condições como artrite reumatoide, lúpus, síndrome de Sjögren e esclerodermia apresentam com mais frequência alterações na tireoide do que a população em geral.

A tireoide é uma glândula localizada no pescoço e tem a função de produzir hormônios essenciais para o equilíbrio do organismo. Esses hormônios controlam o metabolismo, influenciam o funcionamento do coração, do cérebro, dos músculos e até o nosso nível de energia.

Quando a tireoide não funciona adequadamente, podem ocorrer duas situações principais:
🔹 Hipotireoidismo: quando há redução na produção dos hormônios, podendo causar cansaço excessivo, ganho de peso, desânimo, queda de cabelo, dores musculares e sensação de frio constante.

🔹 Hipertireoidismo: quando há produção aumentada de hormônios, levando a sintomas como agitação, palpitações, perda de peso, tremores e dificuldade para dormir.

O ponto de atenção é que muitos desses sintomas, como fadiga, dores nas articulações, rigidez e fraqueza muscular, também aparecem nas doenças reumáticas. Por isso, às vezes pode ser difícil diferenciar o que vem da tireoide e o que está relacionado à condição autoimune.

Além disso, algumas alterações da tireoide também têm origem autoimune, o que explica por que essas doenças costumam “caminhar juntas”. Identif**ar e tratar o problema corretamente faz toda a diferença para o controle dos sintomas e para a qualidade de vida.

Por esse motivo, é comum que a reumatologista solicite exames da tireoide tanto na avaliação inicial quanto durante o acompanhamento do paciente. Cuidar da tireoide é parte importante do cuidado integral com a saúde reumatológica.

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A cervicalgia é o nome dado à dor localizada na região do pescoço, área conhecida como coluna cervical. Esse desconforto...
02/24/2026

A cervicalgia é o nome dado à dor localizada na região do pescoço, área conhecida como coluna cervical. Esse desconforto pode surgir de forma leve e passageira, mas também pode se tornar persistente, limitando movimentos e interferindo nas atividades do dia a dia.

O pescoço tem a importante função de sustentar a cabeça e permitir sua movimentação. Para isso, conta com uma estrutura complexa formada por vértebras, músculos, ligamentos e nervos. Quando algum desses componentes sofre sobrecarga, tensão, inflamação ou lesão, a dor aparece, muitas vezes acompanhada de rigidez e dificuldade para virar a cabeça.

Entre as causas mais comuns da cervicalgia estão:
🔹 má postura ao usar celular e computador;
🔹 tensão emocional e estresse;
🔹 movimentos repetitivos;
🔹 sobrecarga muscular;
🔹 alterações degenerativas da coluna;
🔹 traumas ou lesões.

Os sintomas podem incluir dor no pescoço, sensação de peso nos ombros, rigidez ao acordar, dor que irradia para os braços, dor de cabeça e até formigamentos. Em alguns casos, o desconforto piora ao final do dia ou após longos períodos na mesma posição.

O tratamento varia conforme a causa e a intensidade dos sintomas. Pode envolver uso de medicamentos, fisioterapia, exercícios de alongamento e fortalecimento, correção postural e mudanças ergonômicas no trabalho e na rotina. Quanto mais cedo a cervicalgia for avaliada, maiores são as chances de evitar a cronif**ação da dor.

Se você sente dor frequente no pescoço ou percebe limitação dos movimentos, procure avaliação médica.

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