Priscila Maximino

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02/12/2026

Para ensinar uma criança a comer: o menos é mais.

Sem interrupção do adulto
Com autonomia
Usando brinquedo ou não
Livre para ter a curiosidade
Manuseio dos talheres
No tempo da criança
Sem regras rígidas

Comer leva tempo, comer é um processo de aprendizado.



As  cores dos alimentos não estão no prato por acaso.Quando dizemos que “o branco vai para os ossos” ou que “o verde vai...
02/12/2026

As cores dos alimentos não estão no prato por acaso.
Quando dizemos que “o branco vai para os ossos” ou que “o verde vai para o intestino”, estamos traduzindo um princípio fisiológico: cada grupo de alimentos concentra nutrientes que exercem funções específ**as no crescimento e no desenvolvimento da criança. Cada dia comemos diferente e quanto mais cores mais diversidade.

O cálcio e as proteínas dos alimentos brancos participam da formação óssea.
Os compostos antioxidantes dos alimentos vermelhos e roxos atuam na proteção celular.
Os carotenóides dos alimentos laranja contribuem para a manutenção da integridade da pele e visão.

Os alimentos amarelos também fornecem energia para uma infância ativa.(são muito bem aceitos)

Os alimentos verdes auxiliam o funcionamento do intestino e a formação do sangue.

Comer colorido na infância desde os bebês até adolescência é uma forma de alcançar muitos nutrientes e outros compostos antioxidantes. É forma prática de comer bem. De ampliar a variedade nutricional em uma fase de altas demandas do organismo.

Quanto maior a diversidade de cores naturais ao longo do dia, maior a chance de atender às necessidades nutricionais da criança.

Nem toda recusa alimentar é “fase”.Nem toda recusa alimentar é apenas seletividade.O ARFID (traduzido para Transtorno Al...
02/11/2026

Nem toda recusa alimentar é “fase”.
Nem toda recusa alimentar é apenas seletividade.

O ARFID (traduzido para Transtorno Alimentar Restritivo Evitativo) é um transtorno reconhecido pela literatura científ**a e se caracteriza por uma restrição persistente da ingestão alimentar sem relação com imagem corporal, mas com impacto real no estado nutricional, no crescimento e na vida social da criança.

A pessoa não evita alimentos por escolha, birra ou falta de limites.
A recusa pode estar ligada a questões sensoriais, medo de consequências negativas ou baixo interesse em comer.

Diferenciar seletividade alimentar de um transtorno alimentar é essencial para condução adequada. Estratégias isoladas, pressão ou compensações não resolvem quando há prejuízo clínico envolvido.

Avaliar corretamente muda todo o cuidado. Neste caso, é necessário um especialista nesta área para ter uma proposta de tratamento adequada.

Lancheira tem que ser fácil e simples. Tanto pra criança, como pra quem prepara. Não tem necessidade de ser um cardápio ...
02/02/2026

Lancheira tem que ser fácil e simples. Tanto pra criança, como pra quem prepara.
Não tem necessidade de ser um cardápio super elaborado gourmet diferente o mês todo.

Pra falar a verdade mesmo, se a criança toma café da manhã, almoça e janta bem não sobra tanto espaço no apetite nem nas suas necessidades nutricionais pra um lanche super elaborado.

O menos é mais. Menos estresse, mais tempo e vida real.

Em algum momento o lanche se transformou numa tarefa exigente e complexa. Não precisa disso.

Você sé estressa pra montar o lanche das crianças ?

A introdução alimentar do bebê não acontece aos 6 meses. É falsa a expectativa que neste dia que ele completa 6 meses, v...
01/31/2026

A introdução alimentar do bebê não acontece aos 6 meses. É falsa a expectativa que neste dia que ele completa 6 meses, vai sentar e vai comer.

Parece estranho ter que deixar isso claro, mas no fundo minhas pacientes acabam caindo nessa ansiedade de achar que o bebê “tem algo errado” por estar próximo ao 8 mês e ainda não “devora um prato de comida”

Essa fase começa aos 6 meses, ela pode ser mais devagar ou mais rápida para alguns. Não podemos atropelar o processo com uso de suplementos de forma precoce, nem tampouco usar estratégias complementares como fórmulas para repor as calorias que o bebê “não está comendo”.

Este período de ensinar uma criança a comer vai sim até lá para os dois anos e olhe lá se não for mais. Tô pra te dizer que vai a vida toda …

Alinhe suas expectativas pra não encarar uma frustração desnecessária.

E você, já conhece um caso desse ?


Dumpzinho de uma semana que começou lá em cima. Uma coletânea de momentos reais de uma rotina espontânea e mais do que r...
01/30/2026

Dumpzinho de uma semana que começou lá em cima. Uma coletânea de momentos reais de uma rotina espontânea e mais do que real.
Agora senti na pele que 2026 chegou com tudo e eu quero use e abusar.

Já comecei executando planos e sonhos …


Criança não é adulto pequeno. Só se fala em aumento do consumo de proteínas para os adultos. E como f**a essa tendência ...
01/27/2026

Criança não é adulto pequeno. Só se fala em aumento do consumo de proteínas para os adultos. E como f**a essa tendência para o mundo infantil?

Durante o crescimento, o corpo da criança não está “em manutenção”.
Ele está em construção.
E a proteína participa diretamente de:

✔ crescimento ósseo e muscular
✔ desenvolvimento de órgãos
✔ fortalecimento da imunidade
✔ produção de hormônios e enzimas

A necessidade de proteína é proporcional ao peso da criança. Durante a infância não é difícil alcançar essa necessidade com a presença de alimentos comuns, do dia a dia infantil como leite e derivados, ovos e carnes.

A proteína é importante, é fundamental mas não em excesso e não de forma artificial, e sim com alimentos ao longo do dia.
Veja o último quadro do carrossel com as recomendações de proteína para a faixa etária e me diz, o que você achou?

A  das perguntas campeãs no consultório: mas por que o bebê não pode tomar suco?Suco não é fruta.Quando a fruta vira suc...
01/24/2026

A das perguntas campeãs no consultório: mas por que o bebê não pode tomar suco?

Suco não é fruta.
Quando a fruta vira suco, há perda de fibras e mudança no impacto metabólico.

Além disso, o suco não contribui para o aprendizado alimentar.
Por ser líquido, não estimula mastigação nem o desenvolvimento das habilidades necessárias na alimentação complementar.

Na prática, o suco:
• sacia menos que a fruta
• concentra açúcar em pouco volume
• pode interferir na formação do paladar

Por isso, a orientação é clara.
Para hidratação, água.
Para alimentação, fruta in natura, de acordo com a fase.

Recomendações baseadas em evidência:
• crianças menores de 1 ano não precisam de suco
• entre 1 e 6 anos, o consumo deve ser limitado
• nunca oferecer suco artificial

Desta forma vamos ajudar os bebês a educarem seu paladar.

Você conhece algum bebê ou criança que toma muito suco?

Dificuldade alimentar não é falta de limite,não é teimosiae muito menos birra.Na maioria das vezes, é uma forma da crian...
01/23/2026

Dificuldade alimentar não é falta de limite,
não é teimosia
e muito menos birra.

Na maioria das vezes, é uma forma da criança expressar medo, insegurança ou sensibilidade ao novo.
Quando entendemos isso, mudamos a forma de agir e o momento da refeição deixa de ser uma batalha.

Comer é um processo de aprendizado.
E toda criança precisa de tempo, segurança e orientação para evoluir.

01/22/2026

Qual foi um erro que você já cometeu quando estava fazendo os seus primeiros atendimento?
Comente aqui 👇🏻

Quando um atendimento infantil não evolui,na maioria das vezes o problema não está no alimento está na condução clínica....
01/21/2026

Quando um atendimento infantil não evolui,
na maioria das vezes o problema não está no alimento
está na condução clínica.

Nutrição infantil exige mais do que prescrição:
exige raciocínio, leitura de comportamento, entendimento da família e aplicação prática da ciência.

Atender crianças com segurança não é improviso.
É método, estrutura e clareza profissional.

O nutricionista que atende criança precisa, antes de tudo, ser comprometido com a infância.Não é possível adaptar a lógi...
01/20/2026

O nutricionista que atende criança precisa, antes de tudo, ser comprometido com a infância.
Não é possível adaptar a lógica do adulto para o cuidado infantil. O raciocínio clínico é outro, porque o organismo está em formação, em constante mudança e mais suscetível a impactos de condutas mal fundamentadas.

Antes de ajustar rotinas, opinar ou prescrever, é necessário compreender para onde a infância conduz em cada fase. Crescimento, maturação e contexto importam.
A ética profissional e a evidência científ**a precisam orientar todas as decisões.

A minha mentoria, meus cursos nasceram justamente da minha angústia em ver que isso tudo nem sempre é considerado.

A superficialidade na formação sempre cobra seu preço. Faça um atendimento que você tenha orgulho de ter feito e me diga você já observou que falta muito disso na nossa formação?

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