Falando De Rock & Roll

Falando De Rock & Roll Long Live Rock and Roll

Contando com Soren Andersen (guitarra), Ash Sheehan (bateria) e Bob Fridzema (teclado), Glenn Hughes lançou Chosen em 20...
08/01/2026

Contando com Soren Andersen (guitarra), Ash Sheehan (bateria) e Bob Fridzema (teclado), Glenn Hughes lançou Chosen em 2025. Eu o vi ao vivo duas vezes e quando se ouve o cara, parece que nada mudou com sua voz. O novo trabalho tem uma pegada hard rock com bastante groove e o vocal potente de Glenn. O play abre com Voice In My Head, que tem groove, belíssimo riffs e baixo pulsante. Soren Andersen manda muito bem! A seguir, My Alibi, que mantém o ritmo intenso, tem uma dose de modernidade e com vocal imponente. Sombria, chega Chosen, que tem o lado mais emocional de Glenn e com belo arranjo, além do excelente refrão. Em Heal temos algo mais reflexivo, com destaque para o instrumental que equilibra peso e melancolia. In The Golden tem dose de entusiasmo, belo refrão e fortes riffs. The Lost Parade nos remete aos seus tempos de Black Sabbath, com bateria seca e bela linha de baixo. Hot Damn Thing tem um lado mais divertido. Black Cat Moan desacelera um pouco, mas segue a pegada groove. Come And Go é um registro com destaque para os teclados envolventes de Bob Fridzema, além de bela uma interpretação vocal emocionalmente contida. Into The Fade tem melodia robusto. Pra resumir, Chosen ´é um album de hard rock e um retrato de um dos grandes nomes do rock mundial. (Nota 8,58)

https://www.youtube.com/watch?v=Xx7pVCYnZLE&list=RDXx7pVCYnZLE&start_radio=1

07/01/2026

Com a saída de Fabio Lione do Angra, será que Rafael Bittencourt assumiria os vocais da banda? O guitarrista responde.

Repetindo a mesma formação do trabalho anterior, Sunburst Finish (1975), o Be-Bop Deluxe lançou Modern Music no ano segu...
07/01/2026

Repetindo a mesma formação do trabalho anterior, Sunburst Finish (1975), o Be-Bop Deluxe lançou Modern Music no ano seguinte. O conhecimento e entrosamento dos integrantes, resultou em um trabalho de boa qualidade, tendo Andrew Clark bem a vontade nos teclados, dando ainda mais chance para Bill Nelson voar. Com relação às faixas, a faixa-titulo é uma suíte com mais de onze (11) minutos, momentos intrincados, belas guitarras e divisão em seis (06) partes, sendo Modern Music e seu belo riff de abertura; Dancing in the Moonlight (All Alone), Honeymoon on Mars, Lost in the Neon World; o interlúdio instrumental Dance of the Uncle Sam Humanoids e Modern Music (Reprise). Além da faixa-titulo, temos como destaque as faixas Orphans of Babylon, Twilight Capers, Forbidden Lovers e Down on Terminal Street. Modern Music é considerado por muitos como o melhor álbum do grupo. Ouca e tire suas conclusões. (Nota )

https://www.youtube.com/watch?v=6FSONKt5eUU&list=PLcyBQepatGCnZA8pg7sOnhJoAuWo6jnve

O The Cure foi formado em Crawley no ano de 1976, e contando com Robert Smith (vocal e guitarra), Michael Dempsey (baixo...
07/01/2026

O The Cure foi formado em Crawley no ano de 1976, e contando com Robert Smith (vocal e guitarra), Michael Dempsey (baixo) e Lol Tolhurst (bateria), a banda lançou em 1979, o seu debut de nome Three Imaginary Boys. A banda começou misturando Post-Punk, o Pop-Rock e o Power-Pop e no trabalho inicial teve apenas um single, a faixa 10:15 Saturday Night, que tem baixo pesado e bom solo de guitarra. Accuracy tem uma pegada new wave, post punk e power pop bem interessante. Grinding Halt tem uma pegada dinâmica. Another Day é uma canção regada a melancolia e quase uma balada. Energetica e com pegada Power Pop com Post-punk, chega Object. Subway Song passa a impressão de ser uma faixa com potencial, mas que faltou um pouco de capricho. Foxy Lady é cantada pelo baixista Michael Depmsey tem uma pegada rockabilly. Mean Hook é simples e parece despreocupada. So What? É uma faixa animada. Fire in Cairo tem bom refrão, melancolia e é uma das melhores do álbum. Three Imaginary Boys tem uma pegada quase grunge. Completam o trabalho, as faixas It´s Not You e The Weedy Burton. O debut não é um clássico, mas é um bom recado dado pela banda. (Nota 8,15)

https://www.youtube.com/watch?v=xHg1rAhB_SE&list=PLMxy067kbpQgNyiuSn4IKqnZE-5jlG7vz

Com Peter Goalby (que futuramente cantaria no Uriah Heep) nos vocais, Mel Galley na guitarra, Pete Wright no baixo, Dave...
07/01/2026

Com Peter Goalby (que futuramente cantaria no Uriah Heep) nos vocais, Mel Galley na guitarra, Pete Wright no baixo, Dave Holland na bateria e percussão e Terry Rowley nos teclados, o Trapeze se juntou e lançou o trabalho Hold On em 1979. Com vários convidados como Marvin Spence (Wishbone Ash) e Geoff Downes, o trabalho não é muito conhecido, mas se trata de um trabalho interessante e tem bons momentos como o belo solo de slide em Don’t Ask Me How I Know, as dançantes Take Good Care e When You Go To. Outro destaque cabe a faixa Running, que é um AOR e tem os vocais divididos entre Goalby e Mel. Belíssima faixa! Outras boas faixas temos com a funkeada Livin’ on Love e Don’t Break My Heart e sua bela introdução com arranjo de cordas e piano. Belas cordas temos também em You Are e Time Will Heal. O destaque negativo f**a por conta da faixa-titulo. Muitos não gostaram do vocal de Goalby, alegando que ele tentou copiar o estilo de Hughes. Como curiosidade, na Alemanha, a capa do álbum tem 4 loiras totalmente nuas. Como dito, mesmo não sendo muito conhecido, Hold On é um trabalho com coisas bem legais. (Nota 8,00)

https://www.youtube.com/watch?v=R4SHIyFJZO0&list=OLAK5uy_kCduDeIhAsrDhQpSPXL2Uwb3LaYmByTis&index=2

Poucos nomes da musica mundial conseguem atravessar sessenta (60) anos, com bons trabalhos lançados e com poucos escorre...
07/01/2026

Poucos nomes da musica mundial conseguem atravessar sessenta (60) anos, com bons trabalhos lançados e com poucos escorregões. O Scorpions conseguiu tal façanha e como parte das comemorações, a banda resolveu lançar From The First Sting, que tem duas versões distintas e interessantes, uma com dezesseis (16) canções e outra com trinta e uma (31). A versão mais curta funciona como um Best of, passando por álbuns como o disco de estreia, Lonesome Crow (1972), que era influenciado pelo rock psicodélico e progressivo, e chegando em Rock Believer (2022), a fase mais recente da banda. Como toda “coletânea” que se prese, faltam algumas canções como Send Me an Angel, Believe in Love, Holiday, Blackout, Loving You Sunday Morning e Is There Anybody There?, mas que aparecem na edição com 31 faixas. Faixas clássicas como The Zoo, No One Like You, Rock You Like a Hurricane, Big City Nights e Wind of Change mostram o lado comercial, mas sem perder qualidade. As baladas com alcance mundial chegam com Always Somewhere e Still Loving You. Temos ainda um material raro como This Is My Song, em gravada ao vivo de 1973, mostrando ainda o lado jovem da banda, e a versão de Still Loving You, que conta com a participação da violinista Vanessa-Mae. From the First Sting consegue passear pela longeva da banda de uma forma bem coesa. (Nota ?)

https://www.youtube.com/watch?v=qZ4seRFMhj4&list=PL1UpxsN6ggwD2gYjA9a1fs-Vqqm_x2jcO

07/01/2026
Em 1975, o Be-Bop Deluxe lançou o trabalho Sunburst Finish, que foi bem sucedido comercialmente, especialmente nos Estad...
07/01/2026

Em 1975, o Be-Bop Deluxe lançou o trabalho Sunburst Finish, que foi bem sucedido comercialmente, especialmente nos Estados Unidos. Para acompanhar Nelson, temos Tumahai (baixo e vocal), Fox (bateria) Andy Clark Teclados). O trabalho de Clark aparece bem na excelente abertura Fair Exchange. Heavenly Homes tem belo trabalho de guitarras intricadas guitarras. O single Ships in the Night tem sax e bela harmonização das vozes de Tumahai e Nelson. Uma sátira com os pastores da tv, chega Blazing Apostles. Crying To The Sky tem “frágil” e belo vocal de Bill. Beauty Secrets tem uma pegada semiacústica bem legal. Por fim, destaco a animada Life in the Air Age. Completam o trabalho, as faixas Sleep That Burns, Like An Old Blues e Crystal Gazing. A turnê de lançamento passou pelos Estados Unidos e a banda foi se consolidando como um dos bons nomes da musica. (Nota 9,00)

https://www.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_mg9Swp5h0WE4X5g1RkEa9KhJlh5cN7S3s&playnext=1&index=1

Em 1975, o Be-Bop Deluxe lançou o segundo trabalho, Fuiturama, onde Nelson chamou o baterista Simon Fox, o tecladista Mi...
07/01/2026

Em 1975, o Be-Bop Deluxe lançou o segundo trabalho, Fuiturama, onde Nelson chamou o baterista Simon Fox, o tecladista Milton Reame-James e o baixista Paul Jefferys. Essa formação não agradou o líder da banda, que logo desfez o line-up. Para continuidade do grupo, Nelson gravou sozinho os teclados, chamou o neozelandês Charlie Tumahai, que fez baixo e vocal e com seu talento, agradou o Boss. Simon Fox tocou bateria. Uma bela faixa chega com Stage Whispers, que tem como destaque as guitarras de Nelson. Maid in Heaven e Sister Seagull chega com qualidade e a segunda tem belo trabalho guitarristico e se transforma em uma bela balada. Com uma banda marcial de Yorkshire, chega Music in Dreamland. Sound Track cumpre seu papel. Jean Cocteau é uma bela faixa e é dedicada ao escritor, ator, cineasta e artista francês que Bill idolatrava. A faixa é um soft jazz e meio bossa nova. Swang Song encerra os trabalhos em grande estilo. O disco foi gravado já no final de 1974, mas foi lançado em maio de 1975. (Nota 8,45)

https://www.youtube.com/watch?v=kvccUEOXev0&list=OLAK5uy_mYKfjx5tM42FMd15SN8EsEsjoaN6Q8euw&index=2

Contando com Bill Nelson (guitarra, vocal e teclados), Ian Parkin (violão e órgão), Robert Bryan (baixo e vocal) e  Nich...
07/01/2026

Contando com Bill Nelson (guitarra, vocal e teclados), Ian Parkin (violão e órgão), Robert Bryan (baixo e vocal) e Nicholas Chatterton-Dew (bateria, percussão e backing vocal), o Be-Bop Deluxe lançou seu debut em 1974, chamado Axe Victim. O trabalho de estreia tem forte influência de Ziggy Stardust e também da chamada Glam Rock britânica. Os destaques f**am por conta das guitarras e vocais de Bill Nelson. Em No Trains to Heaven temos isso muito claro. Como dito anteriormente, temos muita coisa inspirada em Ziggy Stardust, como as canções Axe Victim, Love is Swift Arrows e Jet Silver and the Dolls of Venus. Nas faixas Adventures in a Yorkshire Landscape, e seu belo solo ao final; Night Creatures, com Nelson e Parkin fazendo belo dueto nos violões; Jets at Dawn, que nos remete ao som de Ummagumma do Pink Floyd; Third Floor Heaven e seu belíssimo riff e bonitos backing vocals de Janita Haan, vocalista do Babe Ruth; Rocket Cathedral, que tem os belos vocais de Robert Bryan; e a belíssima faixa Darkness (L’Immoraliste, que tem belíssimo arranjo orquestral. Um trabalho digno de respeito e que merece se apreciado sem moderação. (Nota 9,00)

https://www.youtube.com/watch?v=WTD0mRg7YuI&list=OLAK5uy_mOkgJkzwK9wIhiUGH9kL93pWZOS4Ha4Ik&index=2

06/01/2026

A imprensa britânica tirou Peter Frampton para ídolo teen, mas o vocalista e guitarrista foi muito além com Frampton Comes Alive!.

Lançado em 2002, o duplo Six Deegrees of Inner Turbulence, é considerado por muitos como um dos melhores álbuns da banda...
06/01/2026

Lançado em 2002, o duplo Six Deegrees of Inner Turbulence, é considerado por muitos como um dos melhores álbuns da banda. A critica especializada se dividiu, pois muitos acham há muita diferença entre os dois álbuns, onde o primeiro disco é mais experimental e pesado e o segundo é mais Dream Theater de Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory. Contando com James Labrie (vocal), John Petrucci (guitarra), John Myung (baixo), Jordan Rudess (teclado) e Mike Portnoy (bateria), o Dream Theater lançou o trabalho duplo onde a banda flerta com Heavy metal , passagens acústicas, Pop, Rock Sinfônico entre outros. Lançado em 2002, o álbum abre com The Glass Prison que tem como destaque os vocais variados e competentes de Labrie e peso na medida certa. Blind Faith tem inicio suave, tem letra fazendo um ataque ao fanatismo religioso, belíssimas passagens instrumentais, belo refrão, Portnoy socando as baquetas e belos solos. Misunderstood é uma pseudo balada, com belo coro, pegada dark, belos sintetizadores, mas um final não muito interessante. Chegando de forma lenta, temos The Great Debate, que é bem orquestrada, pesada, belo trabalho de Portnoy e belo solo de Petrucci. Pra fechar o primeiro cd, chega Disappear, que tem bom baixo e pegada acústica, suave e melódica. O cd nº 2 abre com Overture, que tem bons riffs, alterna momentos rápidos e momentos mais cadenciados, mas na medida certa. About to Crash tem como destaque o piano de Rudess. War Inside my Head tem bonito coro e mesmo sendo curta, é pra agitar a cabeça. The Test That Stumped Them All tem inicio frenético, peso e velocidade. Goodnight Kiss é um pouco arrastada e bom solo. Com guitarra acústica chega Solitary Shell, belo refrão e belíssimos teclados. About to Crash (reprise) tem bela introdução e bonito piano. Pra finalizar, Losing Time/Grand Finale, que tem belíssimos arranjos. Apesar de uma resenha bem simples, o trabalho é complexo e inspirado. (Nota 8,65)

https://www.youtube.com/watch?v=oGAHh0GPKRA&list=OLAK5uy_nTL1U2POUqlwoey4_5PuJU6raBZOMZmTE&index=2

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