Nutri Martha Amodio - Nutrição e Bem Estar

Nutri Martha Amodio - Nutrição e Bem Estar Martha Amodio | Nutricionista

Especialista em Nutrição Clínica, em Nutrição Funcional, Educ

Martha Fonseca Paschoa Amodio

Nutricionista

Especialista em Nutrição Clínica, Funcional e Educadora em Diabetes

Mito  #29: “A tecnologia resolve tudo sozinha.”💬 Sensores, bombas, algoritmos, apps, canetas inteligentes… A tecnologia ...
30/11/2025

Mito #29: “A tecnologia resolve tudo sozinha.”

💬 Sensores, bombas, algoritmos, apps, canetas inteligentes…
A tecnologia evoluiu muito — e isso é maravilhoso.
Mas ela não resolve o diabetes sozinha.

📌 A tecnologia ajuda a monitorar e corrigir.
Mas ela não ensina o corpo a responder melhor.
Ela não melhora sensibilidade à insulina.
Ela não organiza suas refeições.
Ela não cuida da sua microbiota.
Ela não trata inflamação.

Ou seja:
Ela corrige consequências, mas não corrige causas.

✔️ No diabetes tipo 1:
Uma bomba de insulina ou um pâncreas artificial pode ajustar doses —
mas se a alimentação não é equilibrada, se o intestino está inflamado, se não há estratégia alimentar, a glicemia continua imprevisível e desgastante.

✔️ No diabetes tipo 2:
Monitorar a glicemia mostra o resultado — mas não trata a resistência insulínica, que melhora principalmente com alimentação, movimento e ajuste metabólico.

👩‍⚕️ Sem orientação, a tecnologia pode até mascarar problemas:
• picos seguidos de correções
• hipoglicemias repetidas
• ingestão excessiva de carboidratos para “corrigir”
• perda de massa muscular
• fadiga e inflamação
• sensação de que “faz tudo certo, mas nada funciona”

É como ter uma Ferrari nas mãos sem aprender a dirigir.
Velocidade sem direção não leva aonde você quer.

📢Mensagem central:
Tecnologia é ferramenta — não tratamento.
O que transforma resultados é estratégia + conhecimento + acompanhamento.

Mito  #28: “Se a glicemia está ruim todo dia, é normal.”💬 No post anterior falamos que dias difíceis acontecem — e acont...
29/11/2025

Mito #28: “Se a glicemia está ruim todo dia, é normal.”

💬 No post anterior falamos que dias difíceis acontecem — e acontecem mesmo.
A vida não é estável todos os dias, então a glicemia também não será.

Mas existe uma diferença importante:
➡️ dias ruins fazem parte.
🚫 todo dia ruim não é normal.

📌 Se a glicemia está constantemente alta, instável ou cheia de picos e quedas, isso é um sinal de que alguma coisa precisa ser ajustada.

E geralmente, o que mais impacta é:
• como está a alimentação
• como estão as combinações e porções
• se a insulina está sendo calculada e temporizada corretamente (no DM1)
• como está o intestino e a microbiota
• qualidade do sono e estresse
• rotina de movimento e atividade física

✔️ No diabetes tipo 1:
Antes de aumentar doses de insulina, é preciso avaliar alimentação + timing + contagem + digestão.

✔️ No diabetes tipo 2:
Se a glicemia está sempre desregulada, a alimentação pode estar sustentando a resistência insulínica — e isso tem solução quando trabalhado corretamente.

👩‍⚕️ E aqui é crucial:
Um nutricionista que entende de diabetes consegue identif**ar onde está o desequilíbrio e ajustar passo a passo.

E, se necessário, vai orientar a ida ao médico para ajustar medicação ou insulina — na ordem certa, com segurança.

📢Mensagem central:
Dias bons e ruins são normais.
Mas glicemia ruim todos os dias não é “parte do diabetes” — é um sinal de ajuste necessário.
Buscar ajuda não é falhar.
É cuidar com inteligência.

Mito  #27: “Todo dia a glicemia vai estar ótima e vai dar tudo certo.”💬 Uma das maiores frustrações de quem vive com dia...
28/11/2025

Mito #27: “Todo dia a glicemia vai estar ótima e vai dar tudo certo.”

💬 Uma das maiores frustrações de quem vive com diabetes é achar que precisa acertar sempre.
Mas a verdade é que a vida não é linear — e a glicemia também não.

📌 Mesmo com alimentação adequada, rotina organizada e manejo correto:
• hormônios variam
• estresse muda o corpo
• noites mal dormidas alteram a resistência à insulina
• ciclo menstrual interfere
• treino e clima influenciam
• intestino e microbiota também contam

Ou seja:
dias de glicemia perfeita e dias de glicemia difícil fazem parte do processo.
Não são sinal de fracasso — são parte da vida.

✔️ No DM1: não existe “controle rígido permanente”. Existe leitura contínua do corpo.

✔️ No DM2: a evolução é construída em semanas e meses, não em um dia isolado.

👩‍⚕️ O mais importante não é ter glicemia perfeita todos os dias —
é saber interpretar o que aconteceu e ajustar com calma, sem culpa e sem desespero.

Quando você entende isso:
• diminui a ansiedade
• aumenta o autocuidado
• ganha autonomia
• fortalece sua relação com o próprio corpo

✨ Não buscamos perfeição.
Buscamos constância possível + gentileza consigo + ajustes inteligentes.

📢Mensagem central:
Há dias fáceis e dias difíceis — e tudo bem.
O cuidado é contínuo, não perfeito.

Mito  #26: “Qualquer nutricionista sabe orientar sobre diabetes.”💬 A nutrição é uma área muito ampla: clínica, esportiva...
27/11/2025

Mito #26: “Qualquer nutricionista sabe orientar sobre diabetes.”

💬 A nutrição é uma área muito ampla: clínica, esportiva, estética, hospitalar, funcional, comportamento alimentar, gastro, pediatria…

Você certamente não escolhe ir ao ortopedista para tratar de problemas cardiológicos, certo?

A lógica é a mesma. Diabetes é uma condição complexa, que exige conhecimento técnico específico — especialmente quando falamos de manejo de carboidratos, sensibilidade insulínica, insulinoterapia, microbiota intestinal e resposta glicêmica individual.

📌 Nem todo nutricionista é treinado nisso.
E está tudo bem — ninguém precisa saber tudo.
Mas é importante que você saiba escolher quem te acompanha.

👀 Para ilustrar:
Em um congresso com mais de 200 nutricionistas de linha funcional (uma das formações mais avançadas da área), apenas 5 se especializavam realmente em diabetes.
Mesmo assim, mais de 90% atendiam pessoas com diabetes no consultório.
Ou seja: boa vontade não substitui preparo.

👩‍⚕️ Por que isso importa?

Porque um plano alimentar sem técnica em diabetes pode:
• aumentar risco de hipoglicemias
• causar picos glicêmicos constantes
• piorar resistência insulínica
• gerar medo da comida
• incentivar estratégias extremas que prejudicam o corpo e a mente
• atrasar (ou impedir) resultados duradouros

✔️ No DM1: é preciso ajustar alimentação com a insulina — não contra ela.

✔️ No DM2 e pré-diabetes: é preciso atuar na raiz da resistência insulínica, não só “reduzir açúcar”.

E isso exige:
• experiência
• formação específ**a
• prática real
• conhecimento de fisiologia, bioquímica e comportamento alimentar
• e respeito ao indivíduo

📢Mensagem central:
Para cuidar do seu diabetes, escolha quem realmente entende de diabetes.
Você merece segurança, acolhimento e resultados reais — não tentativas.

Mito  #25: “Se eu vou ao banheiro todos os dias, meu intestino está saudável.”💬 Muita gente acredita que “intestino saud...
26/11/2025

Mito #25: “Se eu vou ao banheiro todos os dias, meu intestino está saudável.”

💬 Muita gente acredita que “intestino saudável” é simplesmente fazer cocô todos os dias.
Mas isso mostra apenas mobilidade intestinal — não saúde intestinal.

📌 O intestino não serve apenas para eliminar resíduos.

Ele é responsável por:
• absorver nutrientes
• produzir vitaminas
• regular hormônios da fome e saciedade
• proteger contra inflamação
• e participar de até 70% da defesa imunológica do corpo

Ou seja: é um órgão de alta complexidade, e não apenas “um cano de passagem”.

Quando falamos de diabetes, isso f**a ainda mais importante:
• A microbiota intestinal influencia a sensibilidade à insulina
• Afeta a resposta glicêmica pós-refeição
• Regula inflamação sistêmica
• E, no DM1, tem papel na modulação da resposta autoimune

✔️ Ir ao banheiro todo dia NÃO signif**a:
• que a microbiota está equilibrada
• que a absorção de nutrientes está adequada
• que não há inflamação intestinal
• que não existe leaky gut ou disbiose

É totalmente possível:
• ir ao banheiro diariamente
e ainda assim ter:
→ gases, distensão, azia
→ intolerâncias alimentares
→ perda de nutrientes
→ glicemias instáveis
→ fadiga
→ inflamação crônica

👩‍⚕️ A saúde intestinal é avaliada pela qualidade, não só pela frequência.
E ela precisa ser cuidada — especialmente no diabetes.

📢Mensagem central:
Intestino saudável não é só evacuar.
É absorver, nutrir, proteger e regular o corpo — inclusive a glicemia.

Mito  #24: “Não existe como prevenir outras doenças autoimunes em quem tem diabetes tipo 1 através da alimentação.”💬 O d...
25/11/2025

Mito #24: “Não existe como prevenir outras doenças autoimunes em quem tem diabetes tipo 1 através da alimentação.”

💬 O diabetes tipo 1 é uma condição autoimune — isso signif**a que o sistema imunológico passa a atacar células produtoras de insulina.
E muita gente acredita que, a partir daí, nada mais pode ser feito para proteger o corpo de outras autoimunidades.
Mas isso não é verdade.

📌 Hoje sabemos que a microbiota intestinal (o conjunto de bactérias que vivem no intestino) tem papel central na regulação do sistema imunológico.

Quando existe disbiose (desequilíbrio da microbiota) ou leaky gut (aumento da permeabilidade intestinal), o corpo f**a mais exposto a gatilhos inflamatórios que podem favorecer respostas autoimunes.

Ou seja: tratar o intestino é parte importante da prevenção e do cuidado a longo prazo.

✔️ No DM1, isso signif**a:
• reduzir inflamação crônica
• modular a resposta imune
• equilibrar a barreira intestinal
• melhorar a tolerância alimentar
• diminuir gatilhos autoimunes sistêmicos

👩‍⚕️ Alimentação bem orientada ajuda a:
• reconstruir e fortalecer a microbiota
• reduzir ultraprocessados e aditivos inflamatórios
• aumentar fibras prebióticas e polifenóis
• reorganizar a digestão e absorção
• proteger a parede intestinal
• manter o sistema imune menos “reativo”

Não estamos falando de “cura” — estamos falando de caminhos reais de prevenção, sustentados por evidências, que reduzem riscos e fortalecem o corpo, até para que estejam preparados para aproveitar uma eventual cura que venha a surgir no futuro.

📢Mensagem central:
O intestino é uma das chaves da autoimunidade.
Cuidar da alimentação é cuidar do sistema imunológico.

Mito  #23: “Remissão do diabetes tipo 2 com alimentação é impossível.”💬 Durante muito tempo se acreditou que o DM2 era u...
24/11/2025

Mito #23: “Remissão do diabetes tipo 2 com alimentação é impossível.”

💬 Durante muito tempo se acreditou que o DM2 era uma condição inevitavelmente progressiva — que só poderia “piorar com o tempo”.
Mas a ciência atual mostra outra realidade.

📌 Dependendo do caso, é possível sim alcançar remissão do diabetes tipo 2.
Isso signif**a reduzir ou até suspender o uso de medicamentos e/ou insulina, com acompanhamento médico e nutricional, desde que o corpo responda bem às mudanças.

Essa remissão não acontece por “milagre” — acontece quando trabalhamos na causa do DM2:
• resistência insulínica
• inflamação
• composição corporal
• microbiota intestinal
• comportamento alimentar
• ritmo de vida, sono e estresse

✔️ Quando tudo isso é cuidado de forma individualizada, muitos pacientes:
• diminuem doses de insulina
• reduzem ou retiram medicamentos
• recuperam sensibilidade à insulina
• estabilizam a glicemia
• aumentam energia, força e qualidade de vida

👩‍⚕️ Mas atenção:
• Remissão não é para todos
• Nem deve ser buscada sozinha
• E nunca signif**a parar medicação por conta própria

Ela é possível, mas com estratégia, acompanhamento e segurança.

📢Mensagem central:
Remissão do DM2 é uma realidade para muitos — mas acontece com planejamento, cuidado e uma equipe experiente ao seu lado.

Mito  #22: “O melhor lugar para aprender sobre alimentação no diabetes é no Google ou no ChatGPT.”💬 A internet pode ajud...
23/11/2025

Mito #22: “O melhor lugar para aprender sobre alimentação no diabetes é no Google ou no ChatGPT.”

💬 A internet pode ajudar muito — informação é importante.
Mas quando falamos de diabetes, especialmente alimentação, copiar orientações gerais pode ser perigoso.

📌 A maioria do que está disponível online:
• não leva em conta seu tipo de diabetes (DM1 ≠ DM2)
• não considera sua resposta glicêmica individual
• ignora seu estado nutricional, microbiota, rotina e medicamentos
• mistura mitos com ciência
• simplif**a o que é técnico e complexo

E isso pode levar a:
• hipoglicemias frequentes
• picos glicêmicos e inflamação
• perda de massa muscular
• piora da resistência insulínica
• relação confusa e ansiosa com a comida
• danos metabólicos difíceis de reverter

👩‍⚕️ Alimentação para diabetes não é receita pronta.
É cálculo, estratégia, ritmo, contexto e escuta do corpo.

✔️ No diabetes tipo 1: a alimentação conversa diretamente com a dose e o tempo da insulina.
✔️ No diabetes tipo 2 e pré-diabetes: a alimentação atua na causa da resistência insulínica — e isso não se improvisa.

A internet pode iniciar a curiosidade.
Mas não pode guiar o tratamento.
Você merece cuidado personalizado — não “dicas soltas”.

📢Mensagem central:
Pesquisar é bom.
Mas tratar é com quem sabe — e com quem te acompanha de perto.

Mito  #21: “Nutricionista é opcional no tratamento do diabetes, pré-diabetes e resistência insulínica.”💬 Muita gente acr...
22/11/2025

Mito #21: “Nutricionista é opcional no tratamento do diabetes, pré-diabetes e resistência insulínica.”

💬 Muita gente acredita que basta “tomar o remédio certo” ou “seguir uma lista de alimentos permitidos e proibidos”.
Mas diabetes não se trata só com remédio.
E alimentação não é acessório.
É parte central do tratamento.

📌 Quando a alimentação não é ajustada de forma técnica e individual:
• a glicemia oscila mais
• há mais picos e hipoglicemias
• o controle exige mais esforço e gera mais frustração
• existe risco de perda de massa muscular
• o intestino e a sensibilidade à insulina sofrem

👩‍⚕️ Nutricionista especializado em diabetes não “passa dieta”.

Ele (ou ela) ensina você a:
• entender sua resposta glicêmica
• ajustar carboidratos sem medo
• combinar alimentos para estabilidade e saciedade
• usar estratégias para melhorar sensibilidade insulínica
• viver a vida real — com prazer, eventos, rotina e flexibilidade
• evitar extremos, culpa e restrições inviáveis

✔️ No diabetes tipo 1, isso signif**a liberdade alimentar com segurança.

✔️ No diabetes tipo 2 e pré-diabetes, signif**a atuar direto na raiz da resistência insulínica — e não apenas “cobrir o açúcar depois”.

E quem já passou por acompanhamento de verdade percebe a diferença rapidamente:
• mais estabilidade
• menos ansiedade com a comida
• mais consciência do corpo
• mais autonomia
• mais qualidade de vida

📢Mensagem central:
Nutricionista não é opcional.
É parte essencial da equipe que cuida de você — hoje e a longo prazo.

Mito  #20: “Todo adoçante é igual.”💬 Quando falamos de diabetes, muita gente troca o açúcar por “qualquer adoçante” acha...
21/11/2025

Mito #20: “Todo adoçante é igual.”

💬 Quando falamos de diabetes, muita gente troca o açúcar por “qualquer adoçante” achando que isso é sempre uma escolha mais saudável.
Mas nem todo adoçante é igual — e alguns podem, sim, trazer prejuízos importantes.

📌 Alguns adoçantes artificiais podem:
• alterar a microbiota intestinal
• aumentar inflamação
• estimular mais vontade de doce
• prejudicar a sensibilidade à insulina
• causar desconfortos gastrointestinais

Ou seja: não basta ser “sem açúcar” — precisa ser seguro para o corpo.

✔️ No diabetes tipo 1 e tipo 2, o objetivo não é usar adoçante sem critério.

É escolher o tipo certo, na quantidade certa, e com orientação.

👩‍⚕️ Adoçantes que tendem a ser melhores tolerados (quando bem dosados):
• Stevia de boa qualidade
• Eritritol
• Xilitol (com atenção ao intestino)
• Monk Fruit (Luo Han Guo)
• Composições que combinam Stevia + Eritritol

⚠️ Adoçantes que merecem cautela ou evitados com maior frequência:
• Aspartame
• Sucralose
• Acessulfame-K
• Ciclamato
• Sacarina

Esses podem impactar microbiota, paladar, inflamação e controle metabólico — especialmente no uso diário e contínuo.

🍽️ A melhor estratégia?
• reduzir o paladar excessivamente doce
• escolher adoçantes mais naturais
• usar em quantidade adequada
• e manter prazer e equilíbrio na alimentação

📢Mensagem central:
Não é sobre “adoçante ou açúcar”.
É sobre qual adoçante, com que frequência e com qual propósito — sem prejudicar seu corpo no processo.

Mito  #19: “Quem tem diabetes precisa comer tudo diet.”💬 Esse é um dos mitos mais antigos — e ainda muito presente. Muit...
20/11/2025

Mito #19: “Quem tem diabetes precisa comer tudo diet.”

💬 Esse é um dos mitos mais antigos — e ainda muito presente.
Muita gente acredita que, ao receber o diagnóstico, precisa substituir todos os alimentos por versões diet ou zero açúcar.
Mas a realidade é bem diferente.

📌 Nem tudo que é “diet” é melhor.
Produtos diet costumam ter:
• adoçantes artificiais em excesso
• gorduras ou amidos substitutos para manter textura
• sabor artificial e pouco prazer alimentar
• e, muitas vezes… maior impacto glicêmico do que o alimento original.

Pra completar, os produtos diet são quase sempre bem mais caros, afetando seu bolso!
O foco não é “virar a pessoa do diet”.
O foco é aprender a comer bem, com equilíbrio e consciência.

✔️ No diabetes tipo 1: é totalmente possível incluir alimentos livres de diet, desde que haja cálculo e ajuste da insulina.

✔️ No diabetes tipo 2: o objetivo é desenvolver boa relação com carboidratos, escolhendo qualidade e quantidade adequadas — não apenas trocar açúcar por adoçante.

👩‍⚕️ Quando (e se) usamos produtos diet, avaliamos:
• tipo do adoçante
• tolerância intestinal
• composição total do produto
• frequência de consumo

E sempre lembrando: adoçante também precisa ser escolhido com critério.
Existem opções mais seguras do que outras — e isso deve ser individualizado.

🍽️ Muito mais importante que “ser diet” é ser:
• nutritivo
• equilibrado
• prazeroso
• sustentável na rotina
• adequado ao seu metabolismo

📢Mensagem central:
Você não precisa viver cercando alimentos “proibidos”.
Você precisa de estratégia — não de rótulos.

Mito  #18: “Eu posso copiar a dieta de outra pessoa e vai funcionar para mim.”💬 É muito comum ver pessoas tentando “faze...
19/11/2025

Mito #18: “Eu posso copiar a dieta de outra pessoa e vai funcionar para mim.”

💬 É muito comum ver pessoas tentando “fazer a dieta do amigo”, da mãe, do colega do trabalho ou de alguém do Instagram.
Mas no diabetes, isso raramente funciona — e pode, inclusive, ser perigoso.

📌 Cada pessoa tem:
• necessidades metabólicas diferentes
• respostas glicêmicas únicas
• rotina, sono, estresse e atividade física próprios
• microbiota intestinal distinta
• histórico clínico e medicamentoso específico

E tudo isso muda completamente a forma como alimentos são metabolizados e como a glicemia se comporta.

✔️ No diabetes tipo 1: copiar a dieta de outra pessoa pode desregular a relação entre carboidratos e insulina, aumentando risco de hipo ou hiper.
✔️️ No diabetes tipo 2: copiar uma dieta inadequada pode piorar resistência insulínica, aumentar inflamação ou levar à perda de massa muscular.

E mais:
Uma alimentação que parece “super saudável” para alguém pode ser desastrosa para outra pessoa no longo prazo.

👩‍⚕️ Quando a dieta não é individualizada, há risco real de:
• desnutrição silenciosa
• picos e quedas glicêmicas repetidas
• piora de inflamação
• desgaste emocional com a comida
• danos metabólicos difíceis de reverter

Ou seja: não é só que “não funciona”.
Pode agravar o quadro.

📢Mensagem central:
Alimentação para diabetes não se copia.
Ela se constrói — junto, com cuidado, com ciência, e para você.

Endereço

São Paulo, SP

Horário de Funcionamento

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Terça-feira 07:00 - 21:00
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