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Psicologia da Educação Atendimento realizado mediante marcação prévia. psivitae@gmail.com

Somos uma equipa que reúne 3 áreas da Psicologia (Clínica, Educacional e Neuropsicologia) que se relacionam e complementam entre si. O nosso objetivo é prestar um serviço de qualidade, adequado às suas necessidades, através do contributo de cada uma destas áreas, tendo em conta os desafios sentidos e vividos. Prestamos o nosso apoio a crianças, adolescentes, jovens adultos e respetivas famílias através de um trabalho assente na disponibilidade, envolvimento, orientação e promoção. Porque acreditamos na valorização e desenvolvimento das competências individuais, o nosso papel é estar consigo na procura do seu bem-estar e do seu direito a uma vida com qualidade!

Frequentemente ouvimos “queixas” de pais que dizem que os filhos não brincam com outras crianças. Mas porque é que isto ...
01/08/2023

Frequentemente ouvimos “queixas” de pais que dizem que os filhos não brincam com outras crianças. Mas porque é que isto acontece? 🤯

Antes de mais é preciso considerar a idade da criança. Entre os 2 e os 7 anos podemos observar várias situações, que são descritas muitas vezes pelos pais como problemáticas, mas que na verdade são normais e fazem parte do desenvolvimento normal da criança:

💡 Centração: A criança apenas se consegue focar num único estímulo de cada vez. Já vos aconteceu chamarem a criança e parece que nem ouve? Para a criança perceber que a estão a chamar, é necessário primeiro parar o que está a fazer. Não é que não oiça, simplesmente tem a sua atenção focada noutra coisa.

💡 Egocentrismo: A criança não consegue ver uma situação a partir do ponto de vista de outra pessoa. Já experimentou dizer a uma criança desta idade que não quer fazer algo? Não interessa, porque ela quer. E se ela quer, porque é que a outra pessoa não há de querer? E assim se vai manter durante algum tempo (pelo menos até cerca dos 4 anos).

💡 Brincadeiras: Em crianças com 2-4 observamos muitas vezes “brincadeira paralela”, em que crianças brincam “juntas” no mesmo espaço físico, mas estão apenas a brincar ao pé umas das outras, e não umas com as outras. Até podem estar a brincar com os mesmos brinquedos, mas a brincadeira é independente e isso é normal e expectável!
Só com o avançar deste estádio é que o egocentrismo começa a desaparecer e a criança começa a incluir outras crianças nas suas brincadeiras, nomeadamente nas brincadeiras de faz-de-conta.

É através de interações sociais positivas, principalmente durante esta fase das suas vidas, que as crianças irão desenvolver as suas capacidades sociais, de empatia, e de autorregulação emocional, que resultarão nas bases para o desenvolvimento de amizades e brincadeiras mais cooperativas.

Já repararam nas conversas das crianças mais pequenas? São deliciosas 😄

Setembro já chegou e com ele chega também o início de mais um ano letivo. Muitas mães e muitos pais vão deixar os seus b...
01/09/2022

Setembro já chegou e com ele chega também o início de mais um ano letivo. Muitas mães e muitos pais vão deixar os seus bebés pela primeira vez este mês na creche e de certeza que já se depararam com o conceito de “ansiedade de separação” 😬
O nosso objetivo hoje é desmistif**ar um pouco esse conceito.

O conceito de ansiedade de separação está intimamente ligado com o conceito de vinculação (7-9 meses) e dificilmente se consegue falar de um sem falar do outro.

⚡️A ansiedade de separação é a ansiedade ou stress que o bebé sente quando se afasta da pessoa com quem tem um vínculo e atinge o seu pico entre os 6/8 meses e os 18/24.

🐣O vínculo cuidador-bebé traz ao bebé sentimentos de segurança: o cuidador é uma base segura de onde o bebé parte para as suas explorações e para onde volta de vez em quando para renovar o contacto antes de ir explorar novamente. É normal, portanto, que um bebé que é separado do seu cuidador principal (normalmente a mãe) se sinta apavorado e cheio de medo e por isso é que é tão importante existir um período de adaptação na creche (pelo menos até aos 2 anos de idade), em que o cuidador f**a por perto e o bebé é encorajado a explorar sabendo que pode sempre voltar ao seu porto seguro, até que já sinta segurança e familiaridade naquele ambiente e com aquelas pessoas.

👨‍👩‍👧‍👦Além disso, o vínculo cuidador-criança serve como um modelo mental que a criança constrói através das suas experiências e usa para guiar as suas interações com os cuidadores e com os outros.

🫂A chave para uma melhor superação da ansiedade de separação é uma relação emocional firme e recíproca entre o bebé e o cuidador, que o ajudará a reter sentimentos de segurança durante os tempos em que estão separados.

Podem ler mais sobre este assunto no link da bio.

Contem-nos tudo: como foi ou como está a ser a vossa experiência com a ansiedade de separação?

Psivitae

A chegada de um irmão, muitas vezes, não é encarada de ânimo leve pelas crianças. A chegada de um novo filho traz novos ...
09/08/2022

A chegada de um irmão, muitas vezes, não é encarada de ânimo leve pelas crianças.

A chegada de um novo filho traz novos desafios para toda a família. As rotinas familiares são completamente alteradas e, apesar de todos os esforços, parece sempre que o número de interações positivas com o primeiro filho diminui.

É muito frequente haver alterações comportamentais nas crianças aquando da chegada de um novo irmão. Estas alterações podem ser regressões de comportamento, mais birras e até comportamentos violentos contra o irmão.

⚠️ Apesar destas alterações serem normais e expectáveis, não se devem arrastar no tempo. Caso persistam os pais devem procurar ajuda profissional! ⚠️

A preparação é a chave para esta questão, não só para os pais, mas também para as crianças. É imprescindível que a criança se continue a sentir amada e respeitada, e que os pais continuam lá para si.

Podem ler mais sobre este assunto no link da bio.

Para quem tem mais do que um filho, como fizeram a preparação do mais velho?

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Quando lhes perguntam se gostavam de ter um animal de estimação, 99.3% das crianças entre os 3 e os 13 anos respondem qu...
02/08/2022

Quando lhes perguntam se gostavam de ter um animal de estimação, 99.3% das crianças entre os 3 e os 13 anos respondem que sim. Para 57% destes, o animal de eleição é o cão.

As crianças tendem a criar laços bastante fortes com os seus animais.Para elas, um animal de estimação é como se fosse um membro da família.

Um animal de estimação pode ser uma fonte de apoio emocional, de interação social e de ajuda para combater a solidão.

Ter um animal de estimação oferece-lhes ainda a oportunidade desenvolver várias competências socioemocionais, como é o caso da empatia.

Têm animais de estimação aí em casa?

Psivitae

Há muitas tarefas que podemos fazer em conjunto com os nossos pequenos (des)ajudantes. Pode até demorar um pouco mais, m...
26/07/2022

Há muitas tarefas que podemos fazer em conjunto com os nossos pequenos (des)ajudantes. Pode até demorar um pouco mais, mas ajudar e passar tempo connosco são duas das suas coisas favoritas.

Há muitas oportunidades para diversão e um tempo bem passado. Vai atrasar a tarefa? Vai! Mas vale bem as fotos divertidas e as boas memórias que se vão criar.

Dependendo da idade poderá pedir ao seu pequeno ajudante para fazer pequenas tarefas.

⚠️ ATENÇÃO! É necessário ter atenção para manter a criança em segurança, afastada do forno quente e de objetos afiados, por exemplo, bem como de produtos de limpeza ⚠️

E por aí? Temos muitos pequenos (des)ajudantes?

Psivitae

Olá!No Dia Mundial do Cérebro não podíamos deixar de vos apresentar 2 dos cérebros mais importantes para nós: os nossos!...
23/07/2022

Olá!

No Dia Mundial do Cérebro não podíamos deixar de vos apresentar 2 dos cérebros mais importantes para nós: os nossos!

Uma grande parte de vocês já nos conhece, mas para quem chegou há menos tempo estas somos nós. Psicólogas, colegas, amigas, mães.

Deixem-nos um Olá aqui nos comentários e digam-nos quem são vocês. Queremos muito saber quem está desse lado 😁

Já sabemos que brincar é de vital importância para os nossos pequenos, mas por vezes é fácil perdermo-nos na quantidade ...
19/07/2022

Já sabemos que brincar é de vital importância para os nossos pequenos, mas por vezes é fácil perdermo-nos na quantidade de brinquedos disponíveis.

Ter uma grande quantidade de brinquedos sempre à disposição pode ter consequências negativas ao nível da capacidade de concentração e hiperestimulação, o que por sua vez pode impactar outros domínios, como por exemplo, o sono.

Rotação de Brinquedos é uma técnica que procura evitar estas situações. Basicamente consiste em a criança ter à sua disposição um número limitado de brinquedos de cada vez.

Podem ler mais sobre este assunto no link da bio.

Já conheciam o conceito de rotação de brinquedos? Costumam fazê-lo?

Psivitae

Hoje em dia é muito difícil limitar o convívio de crianças com ecrãs… eles estão em todo o lado e fazem parte das nossas...
12/07/2022

Hoje em dia é muito difícil limitar o convívio de crianças com ecrãs… eles estão em todo o lado e fazem parte das nossas vidas!
Contudo, a exposição excessiva e a conteúdo de fraca qualidade podem trazer várias consequências para o futuro.
A Academia Americana de Pediatria desaconselha a exposição a ecrãs até aos 2 anos de idade, e COMPLETAMENTE a crianças com menos de 18 meses.
Mesmo cumprindo os requisitos de idade, existem ainda regras para que essa exposição seja feita do modo mais seguro e menos danoso possível, nomeadamente ao nível do conteúdo.

Podem ler mais sobre este assunto no link da bio.

Com que idade introduziram os ecrãs?

Psivitae

🪐 Imaginem que chegavam agora a outro planeta onde tudo é novo. Imaginem que, de repente, eram confrontados com cores e ...
05/07/2022

🪐 Imaginem que chegavam agora a outro planeta onde tudo é novo. Imaginem que, de repente, eram confrontados com cores e formas que nunca viram, sons que nunca ouviram e sensações que nunca sentiram. É assim o mundo para quem acaba de nascer: uma confusão!

👶 Por isso, quando nascem, os bebés precisam da ajuda do cuidador para que o mundo lhes comece a fazer sentido. Uma das primeiras e principais fontes de informação para os recém-nascidos (RN) é a face humana, e, portanto, todas as formas que se assemelhem a uma cara serão preferidas em detrimento de outras (recorde-se de que RN têm uma capacidade de visão extremamente limitada). Inicialmente focam-se nas partes da cara com maior contraste, como é o caso da linha capilar, e, uns meses mais tarde, começam a preferir partes da cara com maior informação, como é o caso dos olhos. Mesmo nessa altura, faces humanas continuam a ser das coisas que os bebés mais gostam de observar, especialmente se forem familiares, como a da mãe ou do pai.

👄 À medida que a linguagem se começa a desenvolver, começam a gostar cada vez mais de observar a boca.

🐣 Pouco depois de nascer, os RN começam a conseguir distinguir algumas expressões faciais, tais como felicidade, tristeza e surpresa. Mais tarde os bebés começam a usar informação que retiram da expressão facial das pessoas próximas para saber como reagir e se comportar perante novas situações (por ex., se a mãe olhar com receio para um brinquedo, o bebé vai aprender que deve temê-lo).

💕 Todas estas informações que os bebés conseguem tirar da observação de faces, têm implicações importantes no desenvolvimento das suas competências emocionais, nomeadamente ao nível de como expressar e controlar as emoções, e de como reconhecer as emoções dos outros. Estas competências são preditores importantes de vários domínios no desenvolvimento infantil, tais como a iniciação e manutenção de interações sociais. Entre os 3 e 5 anos, as crianças já deverão ser capazes de nomear a maior parte das expressões emocionais que veem, pelo que é ótimo falar com elas sobre isso.

Costumam falar com os vossos pequenos sobre emoções?

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Morder é um ato comum em crianças e, geralmente, extingue-se por volta dos 2/3 anos. Elas mordem porque têm dificuldade ...
28/06/2022

Morder é um ato comum em crianças e, geralmente, extingue-se por volta dos 2/3 anos. Elas mordem porque têm dificuldade em gerir e expressar o que sentem (ex: frustração) e é também uma forma de explorar o meio (textura, forma, tamanho e peso). Nesta fase de desenvolvimento a criança ainda não tem vocabulário suficiente para expressar o que quer e sente, e perante uma situação difícil, f**a emocionalmente sobrecarregada e morde. É mais frequente em situações e contextos novos, com o aparecimento dos dentes e como chamada de atenção (conflitos familiares, carência afetiva, solidão) pois apercebem-se que quando o fazem o adulto dá-lhes atenção de imediato.
Apesar de não gostarmos destas reações, devemos ter em conta que a criança que morde pode f**ar tão assustada quanto a criança que foi mordida, e chorar e precisar de colo.
Quando os adultos exageram na reação, a criança sente-se mais pressionada e pode repetir.
💡Então o que fazer?
Infelizmente não há uma fórmula mágica. Devemos reagir COM CALMA. É fácil fazê-lo? Não! Mas se agirmos com calma, e de forma consistente, o comportamento acabará por se extinguir, pois para além de não gerar a reação esperada, irá transmitir um modelo positivo.
✔Pouse a criança no chão e afaste-se depois de lhe dizer o que sentiu: “Não gosto que faças isso”, mas não dê demasiada relevância.
❌Um adulto não deverá regredir ao nível de desenvolvimento da criança e morder de volta, pois provocará o efeito contrário.
Claro que estes comportamentos são muito desafiantes, mas devemos pensar o que queremos transmitir aos mais pequenos e como gostaríamos de ser tratados quando nos é mais difícil gerir as nossas emoções e impulsos. Dificilmente alguém dirá que gritos, castigos e palmadas ajudam…
Lembre-se: a criança está irritada e precisa de se acalmar e perceber que tem alternativas. Dê-lhe atenção, mas não mais do que dará à criança que foi mordida.
Com o tempo, ela aprende a importância de se preocupar consigo e com os outros.
🚨Se pelos 3/4 anos continuar a morder os motivos deverão ser avaliados por um profissional de saúde.
Temos pequenos “mordedores” aí por casa?

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“Play is the highest kind of research” Albert Einstein🔭As crianças são pequenos cientistas à descoberta de como funciona...
21/06/2022

“Play is the highest kind of research” Albert Einstein

🔭As crianças são pequenos cientistas à descoberta de como funciona o mundo e é a brincar que desenvolvem as suas capacidades sociais, cognitivas, físicas e emocionais, bem como a sua criatividade e a sua imaginação. Estas capacidades são essenciais para o sucesso futuro, não só na escola como ao longo de toda a sua vida.

🧸Na verdade, brincar é tão importante para o desenvolvimento das crianças que é considerado pelas Nações Unidas um direito de todas as crianças.
Brincar é ainda um dos principais modos como as crianças aprendem, uma vez que quando a atividade é divertida é fácil manterem-se focadas naquilo que estão a fazer, o que por sua vez promove a aprendizagem dessa tarefa.
Na realidade, se pensarmos bem, isto é verdade para todos nós. É a brincar que a criança observa, imita, explora e interage com o mundo que a rodeia. O jogo simbólico (faz de conta) permite à criança explorar e compreender vários papéis (pais, professores, …) e aprender a comportar-se como os adultos que lhe servem de modelo.

⚽Além disso, brincar é também essencial ao processo de socialização, uma vez que é a brincar que a criança se comunica e relaciona com os outros, pelo que é uma excelente oportunidade para os pais interagirem em pleno com as suas crianças, fortalecendo a sua relação e vínculo emocional, enquanto ao mesmo tempo proporcionam as condições necessárias a um desenvolvimento feliz e saudável dos seus filhos.⌛ Ainda que por vezes seja difícil conciliar a brincadeira com a pressão de um mundo cada vez mais acelerado e sem tempo, é importante encontrarmos estratégias que nos permitam parar por uns minutos e simplesmente desfrutar de tempo de qualidade com as crianças da nossa vida.

E vocês? Já brincaram com as vossas crianças hoje?

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Quando os pais tratam uma das crianças de forma mais positiva ou negativa do que a outra, isso afeta a qualidade da rela...
14/06/2022

Quando os pais tratam uma das crianças de forma mais positiva ou negativa do que a outra, isso afeta a qualidade da relação entre irmãos e o seu percurso comportamental. Vários estudos evidenciam que o comportamento durante as desavenças entre irmãos e a percepção do comportamento parental durante as mesmas têm uma influência signif**ativa no desenvolvimento das crianças. O amor que os pais dão a cada um dos seus filhos é diferente na sua essência, e o mais importante é que qualquer um deles se sinta incondicionalmente amado pelos pais, independentemente das suas características. Os filhos não têm que ser tratados da mesma forma, e as crianças percebem isso quando há uma justif**ação para tal, mas quando ela não é dada a relação entre eles é prejudicada. Geralmente o ciúme está na origem das brigas entre irmãos e se houver uma livre expressão de rivalidades entre eles na infância e na juventude, na idade adulta sentirão menos necessidade de “ajustarem contas com o passado”.
📌Os pais não devem interferir nas brigas porque:
✔interferir sem tomar partido é difícil;
✔o objeto da briga é, quase sempre, irrelevante e banal;
✔as reações dos pais podem provocar ressentimentos entre os irmãos.
📌O que os pais podem fazer?
✔Ensinar aos filhos que eles se devem respeitar;
✔Supervisionar as brigas, principalmente quando se tornam violentas;
✔Só intervir se a briga se tornar violenta (em palavras ou em atos).
📣Porquê? Para que as crianças aprendam por elas próprias, a procurar saídas para os seus problemas, a negociar, a ceder ou a reconhecer os seus limites e os dos outros.
📌Que fatores contribuem para a qualidade da relação entre irmãos?
✔O s**o das crianças: crianças do mesmo s**o tendem a ser mais afetuosas e harmoniosas entre si;
✔O nível de envolvimento dos pais, no conflito entre irmãos;
✔A idade;
✔O temperamento.
📣Estas interações são importantes pois contribuem para o desenvolvimento efetivo das capacidades de comunicação, estimulam o desenvolvimento das competências de troca de perspectivas, de compreensão emocional, de capacidade de negociar e de se comprometer, bem como de raciocínio moral.

Como lidam com as brigas entre irmãos?

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