20/11/2025
As telas prejudicam as crianças por afetarem o desenvolvimento físico e mental, especialmente com o uso excessivo. Isso inclui problemas de sono, dificuldades de linguagem e atenção, sedentarismo, obesidade, cansaço visual, e maior risco de problemas emocionais e sociais como ansiedade e bullying virtual. O uso prolongado em idades muito jovens pode causar atrasos no desenvolvimento da fala, habilidades motoras e interação social.
Problemas de saúde física
Problemas visuais: Olho seco, fadiga visual, e esforço na focalização devido ao piscar menos, especialmente com a distância incorreta da tela.
Sono: A luz azul dos ecrãs pode afetar a produção de melatonina, o que prejudica a qualidade e duração do sono.
Sedentarismo e obesidade: Aumento do risco de sobrepeso e obesidade infantil devido à falta de atividade física.
Postura: Problemas posturais podem surgir com o uso excessivo.
Problemas de desenvolvimento cognitivo e emocional
Desenvolvimento da linguagem: O excesso de tempo de tela, especialmente abaixo dos 2 anos, pode levar a atrasos na fala e na compreensão da linguagem.
Atenção: Dificuldades de atenção, como no Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), podem ser acentuadas.
Interação social: A diminuição das interações sociais reais pode prejudicar o desenvolvimento de habilidades interpessoais e proximidade com os pais.
Emoções: O uso de telas para acalmar crianças pode prejudicar a capacidade de lidar com a frustração e a autorregulação emocional.
Dependência: A exposição a jogos e conteúdos com recompensas instantâneas pode levar à dependência digital.
Riscos comportamentais
Comportamento agressivo: Exposição a conteúdos violentos pode contribuir para comportamentos agressivos e problemas de controlo emocional.
Cyberbullying: Aumento do risco de ser vítima de cyberbullying, com potenciais consequências emocionais graves como ansiedade e depressão.
Comportamentos de risco: Em casos mais graves, a exposição online pode estar ligada ao consumo de substâncias ou outros riscos.